terça-feira, 7 de junho de 2016

Artistas, Intelectuais, e Pesquisadores fazem o República do Samba, há quase 20 anos!





 

Mestre da Cultura Popular na Galeria República do Samba

Nascido como porta de entrada para novos talentos, o República do Samba  ostenta em sua galeria nomes como Walter Alfaiate (1999), Moacyr Luz, Beth Carvalho e Aldir Blanc (2003), Velha Guarda de Vila Isabel (2004), Tia Surica, Tia Doca, Seu Argemiro, Seu Jair do Cavaquinho, Seu Xangô da Mangueira e muitos outros precursores.
Este formato (vídeo, jornalismo e música) se estendeu até maio de 2009. Em agosto do mesmo ano, estreia a série Roda de Leitura com Ricardo Cravo Albin. Depois o jornalista Mauro Viana recebeu o ator e produtor Haroldo Costa.Mais detalhes: www.republicadosamba.org Entrada Franca
  

Geovana e Acadêmicos do Sossego, no República do Samba 2008


Jornal Virtual das Artes

Jornal de informações artísticas e culturais. Editado por Wellington R. Costa Divulgamos gratuitamente atividades artísticas e culturais. Assine o e-mail Clipping do Jornal Virtual das Artes

Museu da República: Republica do Samba - RJ

http://jornaldasartes.blogspot.com.br/2008/09/museu-da-repblica-republica-do-samba-rj.html
Na próxima sexta-feira, dia 3 de outubro, 19 horas, temos um encontro, no Auditório Apolônio de Carvalho, para mais uma edição do projeto jornalístico REPÚBLICA DO SAMBA. (www.republicadosamba.org).
O Museu da República sedia a produção do jornalista Mauro Viana, (8648-4736), há 9 anos. E aí, sabe quem serão os nossos ilustres convidados?    
Geovana (3903-4694) e grupo Freelancer, (8683-6801) e os componentes das Escolas de Samba Acadêmicos do Sossego (7846-5023) e Infante da Piedade.(9685-5551).  Mais informações sobre os artistas, você terá no dia (3 de outubro) e hora (19h) previstos para o República do Samba. Afinal, o RS  é um talk-show, antecedido por exibição de vídeo, cujo encerramento é uma apoteose musical. Quem conhece, vai. Quem não nunca foi, quer conhecer. Em novembro, nosso tema é o mestre Blecaute. Blecaute Jr vai relembrar o sucesso do pai, exatamente, no dia de seu aniversário, 5 de novembro. Espero voces no República do Samba, um programa 0800.
REPÚBLICA DO SAMBA
www.republicadosamba.org
dia 3 de outubro, 19 horas -

GEOVANA e Grupo FREELANCER  + ACADÊMICOS DO SOSSEGO  + INFANTE DA PIEDADE
produção e apresentação: Mauro Viana
Museu da República - tel.3235-2650
Rua do Catete, 153 - RJ  
ENTRADA FRANCA
 
Postado por Wellington R Costa às
Assuntos Correlatos Musica, Noticias Culturais



As Várias Formas de Samba - Mauro Viana




As várias formas de samba

A Discografia da Música Popular Brasileira registra 54 denominações de sambas

Por Mauro Viana

Você já ouviu falar em samba-rock? Já dançou samba-rock? Já dançou o samba-dolente?. E o samba-rasgado? Ah, sim:  Não podemos esquecer do samba-reggae. Samba de terreiro, claro, todos nos conhecemos. Mas o que é mesmo Samba de Terreiro? Seria o samba-enredo uma síntese de tudo isso? Com a palavra os Mestres e Doutores do samba.
Convidada a discorrer sobre a bossa nova como forma de samba, a professora Marília Trindade Barboza (biógrafa de Cartola, Paulo da Portela, Silas de Oliveira, entre outros) faz a seguinte análise:
— Tom Jobim disse que suas maiores influências foram francesas, de Debussy e Ravel. São esses os pilares de sua obra, que se traduziu no tipo de samba conhecido como bossa nova. O Jazz também sofreu essas influências. Já João Gilberto criou um estilo de tocar e cantar que abandonou a percussão africana, o baixo cantante do violão e o “bel canto” popular, encontrado nas interpretações de Chico Alves e Orlando Silva, substituindo tudo por um estilo intimista, clean, muito mais identificado com as elites do que com as massas.
Já o advogado, compositor, cantor, escritor e pesquisador Nei Lopes, por sua vez, lembra que no quesito bossa nova “temos a obrigação de reconhecer a importância do Tamba Trio, Johnny Alf e João Donato.”.
Voltando no tempo, ouçamos a professora Graziela Salomão sobre canto e dança populares no Brasil do século XVIII: “Samba, gênero descendente  do lundu, começou como dança de roda originada em Angola e trazida  pelos escravos, principalmente para a região da Bahia”.
Bem, já deu para perceber que estamos em plena sala de bate-papo do www.republicadosamba.org cujo mais novo convidado é o ator, escritor e produtor Haroldo Costa. Ele concorda, em parte, com a pesquisadora Graziela.
Por quê?
— Porque aprofundei este tema na abertura do meu livro “Na Cadência do  Samba”. A discordância é sobre o destino dos angolanos que, majoritariamente, vieram para o Rio de Janeiro.
Questões no ar, polêmicas no ciberespaço. Para evitar qualquer dano, à teia mundial, entra em cena a figura do mediador. Ele coloca a questão e os nossos convidados fazem suas observações. Haroldo Costa e Graziela  Salomão, por exemplo, têm opiniões diferentes quanto ao destino dos angolanos.
Qual será a posição de Marilia Barboza?
— Alguns ajustes fazem-se necessários para não se misturar as estações. A definição de lundu está perfeita (lundu e modinha, ambos do século XVIII, são as duas grandes matrizes da música popular brasileira). Mas a trajetória do samba é outra.
O samba é o próprio batuque angola-conguense, do qual saiu o lundu, que é produto da introdução de elementos lusos na rítmica do batuque original. Esse mesmo batuque, presente nas cerimônias religiosas de origem banta, ao receber letra profana, tornaram-se o  que hoje chamamos de “samba” e, segundo testemunho dos próprios pioneiros do gênero (como Carlos Cachaça), era sinônimo de macumba e  foi levado para a Mangueira por Mano Elói (Elói Antero Dias),  patriarca da Serrinha. Ele veio do Vale do Paraíba, interior do Rio de Janeiro. Este fato está consignado em inúmeras letras de sambas da  época. O samba da Bahia é outra coisa.
Mestre Nei Lopes, por favor:
— O nome “samba” designava várias danças aparentadas, surgidas sincronicamente em vários pontos do país. E o “lundu” pode ser considerado um tipo de samba.
Uma vez no chat, Nei Lopes emenda a questão de compositores como Dorival Caymmi, Batatinha, Adoniran Barbosa, Lupicínio Rodrigues e suas contribuições à consolidação do samba como identidade nacional.
Para o sambista de Irajá, o samba se consolidou como símbolo da identidade nacional, ali, pelos anos 30. E aí, dessa época, atuante mesmo, só Caymmi.
A professora Graziela retoma o tema bossa nova. Ela destaca a influência da cultura musical americana nas harmonias de João Gilberto e Tom Jobim. O teclado é seu, Haroldo Costa:
— É uma impropriedade dizer que bossa nova não é samba. A música-símbolo do movimento é “Chega de Saudade”, inegavelmente, no ritmo do samba. Tom Jobim e Vinicius fizeram “Só Danço Samba”. As harmonias são mais sofisticadas e pode-se notar a influência dos impressionistas como Debussy, por exemplo. Tem mais: “Há estudos, pesquisas, tese, livros que desenham uma corrente da bossa nova, digamos, mais popular. Segundos estes os estudiosos, houve um racha encabeçado por Baden Powell e Vinícius de Moraes criadores do afro-sambas”.
Eis o momentoem que Marilia Barbozareproduz a fala do grande Baden:
— Ele afirmou que, nos afro-sambas, o que era afro eram as letras, utilizando a temática negra, produto do momento político em que surgiram. Porque a música e o ritmo dos sambas já eram afros antes de terem esse nome.
Repare no reforço de Nei Lopes:
— O que é um “afro-samba?” O que se utiliza temas de candomblé e capoeira? Então, Edu Lobo e outros também fizeram afro-sambas. O que houve de dissidência foi uma corrente, Carlos Lyra à frente, que optou por temas sociais em vez do lirismo puro e simples.
Senhor mediador, qual e a próxima questão?
Uma corrente mais popular faria ressurgir o samba tradicional do morro, no final da década de 60, nas vozes de Cartola, Nelson Cavaquinho e, mais adiante, Candeia, Chico Buarque de Holanda e Paulinho da Viola. Este mesclou o estilo ao choro e, se transformaria em um ícone do samba tradicional para a corrente mais vanguardista até hoje.
Correto?
Haroldo Costa:  O samba é um ritmo mutante que se apresenta em várias categorias. O choro é esta riqueza que nós conhecemos. Sempre houve, e tudo indica que haverá sempre, cantores e compositores que enriquecerão estes dois gêneros intrinsecamente cariocas.
Corte rápido, Nei Lopes:
— É mais ou menos isso, sim. Mas o samba tradicional sempre esteve junto com o choro, sempre foi acompanhado de violões, cavaquinho, pandeiro, flauta. Eu ouso dizer que o choro, ainda mais quando rápido (“chorinho”) sempre foi uma forma de tocar samba.
Já Marilia Barboza interpreta, assim, a questão: “Samba de morro, que era o ponto de macumba com letra profana, era acompanhado, no seu começo, apenas por percussão. Num segundo momento, nas próprias comunidades, foram surgindo um violão aqui, um cavaquinho ali. Mas somente com o rádio e a gravação de discos é que o conjunto regional (flauta, cavaquinho, dois violões e um pandeiro) passou a acompanhar os sambas. Paulinho da Viola, filho de César Faria, membro do famoso conjunto Época de Ouro, cujo líder era Jacob do Bandolim, desde criança conviveu com o choro. Esse convívio, aliado a um talento ímpar, tornou seu samba mais sofisticado e, por conseguinte, mais palatável àqueles que identificavam o samba tradicional do morro como música rude e de pouca qualidade”.
Lacônica, a professora Marilia Barboza analisa as várias formas de sistematização do gênero (samba-reggae, samba-pop) como inevitáveis produtos da aldeia global, da globalização, da miscigenação musical que nos envolve e, às vezes, até afoga. A diversidade do samba, contudo, é fato, é unanimidade entre nossos mestres.
Professora Marilia quais seriam, então, as várias formas de samba?
— Segundo a Discografia da Música Popular Brasileira, em 78 rotações, nas etiquetas de discos existem 54 denominações de sub-gêneros do samba, algumas que decididamente não são sambas, como o “Pelo Telefone”, de Donga e Mauro de Almeida, assim como todos os de Sinhô, que são maxixes com letra. Outras, totalmente destituídas de valor musicológico, como samba semi-filosófico ou samba humorístico. Mas há alguns sub-gêneros que são bem caracterizados. Do grupo de Sambas de Raiz, temos o Samba de Terreiro, o Partido-Alto, o Samba-Enredo, o Pagode. Na linhagem do Samba de Rádio, temos o Samba-Choro, o Samba de Breque, Samba-Exaltação e o Samba bossa nova, por exemplo.
Haroldo Costa lembra que Jorge Benjor é autor de um dos maiores sucessos, na emergência da bossa nova. O samba intitula-se “Mas Que Nada”, que popularizou Sérgio Mendes no mundo inteiro. O samba sempre teve sobrenomes: canção, jongo, exaltação, e nunca deixou de ser samba. Quanto às varias formas de samba, resumem-se em todos que têm o compasso 2/4. “No futuro o samba pode adotar várias configurações
como seu primo-irmão, o jazz. Ele se reinventa sem perder a originalidade”,  afirma Nei Lopes.
Antes de sair da sala, porém, Nei Lopes ressalta que todas as formas são formas de samba. Para ele, a relação vai do Samba-de-Roda da Bahia até o “baba” (meio Iê-Iê-Iê, meio sertanejo) dos raças-negras da vida.
Sobre as fusões do samba no futuro, diz ele:
— Dependendo do que o mercado quiser, do que as escolas de samba resolverem “inventar” pra incrementar aquele show cada vez mais pobre musicalmente. E da reação que isso tudo suscitar. Cada vez que o samba comercial vai ficando chato, o povão inventa um samba legal. Isso é imprevisível. Pode até voltar tudo como era. Se puderem, ouçam o novo CD da Velha-Guarda do Império Serrano. São tantas as possibilidades. O samba é fogo, não é Marilia?
— Fogo é pouco Nei. O que se pode observar é: o samba cada vez mais demonstra a sua vitalidade e capacidade de adaptar-se a todos os momentos, a todas as temáticas. Por algum tempo, pode parecer adormecido e, de repente, surgir forte como a Fênix renascida. Hoje, caem mais fortemente as barreiras que confundiam o social com o artístico. Se Nelson Cavaquinho era o sambista do povão e Paulinho da Viola agradava às elites, hoje, Zeca Pagodinho é tão unanimidade quanto Chico Buarque de Holanda. E constatamos com alegria a disseminação do samba-enredo “pelos quatro cantos do universo” (só Portugal tem 38 escolas de samba). O samba é o segundo hino da nossa nação. Aliás, um verdadeiro milagre: mesmo num momento em que o Brasil vive situações tão dramáticas nos setores da política, da segurança, da justiça social, é a classe menos favorecida que nos presenteia com o melhor produto de exportação, gerador da melhor imagem que o país apresenta lá fora: a nossa música popular, o nosso samba.
Mauro Viana (www.republicadosamba.org) é jornalista e Coordenador Executivo do projeto República  do Samba. O autor também pesquisa a Cultura Negra na América Latina
http://www.algoadizer.com.br/edicoes/materia.php?MateriaID=690















República do Samba rumo aos 20 anos




06/04/2013
Livro celebra os 10 anos do República do Samba

Mauro Viana
jornalista e pesquisador


Em fase de pré-produção das edições de 2013 do República do Samba, 10 anos ou Rep.Samba.10, como preferem as dezenas de milhares de jovens, seguidores do jornalísmo-temático. 
Mensais, os encontros culturais ocupam o Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, no aprazível bairro carioca de Santa Teresa. O formato permanece o mesmo desde de seu nascimento, dia 7 de maio de 2003, no  Museu da República: vídeo-palestra, jornalismo e música. A novidade, no entanto, fica por conta da participação de um grupo de teatro. 
O grupo está ensaiando um cortejo, para promover um grande abraço ao Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, no final de abril. O Cortejo irá apresentar programação de 2013 e os projetos derivados do jornalismo.  Os próximos homenageados do República do Samba, 10 anos, serão: Pixinguinha, Jorge Camunguelo, Roberto Ribeiro, Beto Sem Braço, Jovelina Pérola Negra, Deni de Lima, Jorge Presença, Tia Doca, Walter Alfaiate, Seu Jair do Cavaquinho e  Seu Argemiro, Darcy da Mangueira e Seu Xangô da Mangueira.  
Quanto aos novos projetos, se destacam:  o novo site, a  Associação Cultural República do Samba e o  livro, República do Samba, 10 anos.  O livro será uma coletânea de centenas de entrevistas nestes 10 anos de República do Samba.  Os causos e as pérolas, claro, também serão reproduzidos. Eis um aperitivo.
Em 2001, o grupo Família Roitman dividiu o palco com grandes mestres do samba. Entre várias pérolas, o Família Roitman lembrou uma passagem com Nelson Sargento. 
Estavam, eles, no camarim aguardando o chamado. Do nada, um dos jovens do Família Roitman saiu-se com essa: “Estou cansado de esperar. Estamos, aqui, desde da parte da manhã.” Surpreso com o cansaço do jovem, Nelson Sargento não perdeu a piada: “E eu que estou aqui desde 1924”. 
Além do livro, constam ainda grupo musical, bloco e a versão paulista do República do Samba. A mais importante cidade do Brasil será a nova sede do RS.10. As negociações estão bem adiantadas.
 História
 Por adequação logística, em 2010, o  República do Samba se acomodou no casarão que abriga o Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa. Nascido no asfalto, o República do Samba descobriu o morro somente no dia 18 de dezembro de 2010. Centenas de pessoas foram assistir a homenagem a Xangô daMangueira. A programação constou de debate (Sonia Ferreira, viúva; Tânia Malheiros, intérprete e discípulo e parceiro, Tantinho da Mangueira e a afilhada, Márcia Moura).
Depois da exibição do vídeo e do debate, a obra de Xangô da Mangueira ressoou ladeira acima. Zé Ketty foi o homenageado seguinte. O neto, Rodolfo Meirelles, comandou a Roda de Samba e a emoção, em torno, da obra do avô. Fazia uma linda tarde sol naquele a 22 de janeiro.
Depois vieram, em março, Samba das Yabás - tributo a Clara Nunes, Jovelina Pérola Negra e Dona Ivone Lara. As cantoras Grassa Rangel, Margarete Mendes e Tia Rosa cantaram a alma de cada uma delas.
Exatamente no dia de São Jorge e no dia de aniversário de Pixinguinha, 23 de abril, Dia do Choro, o Grupo Cochichando conclamou os presentes a Acender Velas para São Jorge, Pixinguinha e Camunguelo.
Além do audio-visual, o República do Samba tem um pé na literatura através do projeto Roda de Leitura. Eis os pesquisadores e escritores que já passaram pelo Roda de Leitura: Hiram Araújo (Centro de Memória do Carnaval da Liesa), Ricardo Cravo Albin (Instituto Cultural Cravo Albim), Haroldo Costa (Rede Globo) e o poeta Mário Chagas. Ex-diretor do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Chagas lançou, na estréia de Roda de Leitura, em 2009, o livro Língua de Fogo.











































República do Samba Pré-Carnavalesco em Santa Teresa - RJ



República do Samba - Baile Pré-carnavalesco,em Santa Teresa

http://www.jornalfolhadocentro.com.br/index.php?edicao=185&idcoluna=643&pagina=2

A Associação Cultural República do Samba convida para o baile pré – carnavalesco, no dia 11 de fevereiro, às 14hs no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, localizada na Rua Monte Alegre, 306, Santa Teresa. A festa contará com dois convidados especiais. São eles: O bloco Campeões da Vida e o Movimento Cultural Trem da Harmonia de Nova Iguaçu. Iniciativa de compositores e cantores da Baixada Fluminense, a instituição realiza atividades culturais e sociais na região. Entre elas, destaca-se a pesquisa sobre a história do samba, e do carnaval de Nova Iguaçu que será lançado em livro no dia 11 de fevereiro. Mais informações: 2215-0618

Hiram Araújo no República Literária do Samba



República do Samba comemora 10 anos, no Museu da República

Hiram Araújo Hiram Araujo em Roda de Leitura - Museu da República, no RIO DE JANEIRO
Dia 2 de dezembro -  Nacional do Samba - 15 horas -Mauro Viana
/ Baianas da Portela homenageiam Hiram Araujo, no Dia Nacional do Samba 
No dia 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba, o projeto Roda de Leitura recebe, às 15 horas, o pesquisador Hiram Araújo, na Livraria do Museu da Republica. Diretor do Centro de Memória do Carnaval, Hiram Araújo vai conversar o jornalista Mauro Viana sobre sua extensa obra em torno do samba.
A apresentação começa com exibição do vídeo Pedra do Sal, 25 anos de Tombamento seguida de música. No encerramento, As Baianas da Portela comandam e integrantes do Bloco Campeôes da Vida comandam as homenagens ao portelense Hiram Araújo.
Na mesa do Roda de Leitura estarão parte da obra de Hiram Araújo como Natal, O Homem  de um Braço Só, Memória do Carnaval e Carnalval, Seis Milênios de Histórias, entre outros.
Há 10 anos no Museu da República (Rio de Janeiro), o República do Samba é um projeto jornalístico cujo formato faz uso de 3 linguagens: audiovisual, jornalismo e música. Este formato perpassa por 3 tempos (presente, passado e futuro) a fim de integrar 3 gerações. Nesta primeira faze o República do Samba revelou grandes talentos. Entre eles: Grupos Primitude, Negras Raízes, Batifundo, Sururu na Roda, Casuarina e as cantoras Márcia Moura, Margareth Mendeds, Julieta Brandão, Adriana Passos...


RODA DE LEITURA
2 de dezembro 2010
convidado - Hiram Araújo  
participação: Associação de Baianas do Estado do Rio de Janeiro e Bloco Campões da Vida
produção e apresentação: Mauro Viana (8648-4736)
assistente de produção: Dalva Beltrão
fotografia:Jorge Ferreira
programação visual: Italmar Vasconcellos
Vjing: Paulo China

apoios:
Museu da República
Livraria do Museu da República
Restaurante Natural
Avatar Produções

realização:
JIMP Comunicação & Marketing