sábado, 14 de agosto de 2021


REPÚBLICA DO SAMBA, 22 ANOS


Projeto antirracista  de memória social  e história cultural

Acervo: Walter Alfaiate, Tia Doca, Seu Xangô da Mangueira, Aldir Blanc.

terça-feira, 16 de junho de 2020

ELAINE MACHADO: Raça Brasileira, 40 anos


ELAINE MACHADO: Raça Brasileira, 40 anos



O espetáculo Elaine Machado: Raça Brasileira, 40 anos é uma o reconstituição da cena do samba da década de 1980,  época do lançamento de Zeca Pagodinho, Elaine Machado e Jovelina Pérola Negra.

No show, Elaine Machado  recria as obras do histórico disco Raça Brasileira (1985).Além disso, Elaine Machado  revive as grandes festas do samba (pagodes)  dos  anos 1980 como Casa de Samba de Vila Isabel, Cacique de Ramos, Tia Doca,
Roda de Samba do Arlindo do Cruz (Piedade), Pagode do Pandeirão de Beto Sem Braço (Quadra da Vila Isabel).

Elaine Machado - cantora e compositora, 30 anos de carreira. Autora de Raça Brasileira que deu nome ao LP de 1985. Além de Elaine Machado, o disco Raça Brasileira lançou Zeca Pagodinho, Mauro Diniz.- Pedrinho da
Flor e Jovelina Pérola Negra.
O espetáculo Elaine Machado: Raça Brasileira, 30 anos é dirigido a jovens universitários  e pesquisadores. O repertório, no entanto, é um convite a jovens e adultos de todas as classes sociais e faixa-etárias.


ROTEIRO MUSICAL

ELAINE MACHADO: Raça Brasileira, 40 anos

1º SET - Sambas de Rodas de Samba dos anos 80 - 
                                                                                                                                                     
Almir Guineto, Beto Sem Braço, Xangô da Mangueira, Martinho da Vila, Deni de

Lima, Luiz Carlos Vila, Arlindo Cruz.


2º SET - Sambas do LP Raça Brasileira de 1985 

Raça Brasileira  (Elaine Machado e Mathias de Freitas e Zé do Cavaco)

Pingueira (Elaine Machado, Mathias de Freitas e Gê Martins)

Ainda Existe Amor (Paulinho Rezende e Paulo Debetio)

Não Quero Morrer de Amor (Noca da Portela e Roberto Serrão)

Moenda (Nei Lopes)

Até o Tempo Para (Ratinho e Almir Araújo)

Vinho, Veneno (Beto Sem Braço e Carlito Cavalcanti)


Produção e Direção: Mauro Viana

Elaine Machado: Matriz do Samba






ELAINE MACHADO,
 35 anos de renovação do samba
(Mauro Viana)

Carioca, raízes fincadas na Unidos da Tijuca, ELAINE MACHADO faz parte da recente história do samba carioca. Ela representa a geração que protagonizou a renovação do samba, nos anos 1980.
Nesta década, a quadra do Bloco Cacique de Ramos- Zona Norte do Rio de Janeiro - educava o mundo com suas reuniões contra hegemônicas cujos professores eram também poetas. Eram também militantes. Eles são: Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Jorge Aragão, Deni de Lima, Arlindo Cruz, Beto Sem Braço e Jovelina Pérola Negra. No centro desta constelação fulgura a estrela ELAINE MACHADO:

“EU SOU BARRO
EU SOU CHÃO
EU SOU PÓ
EU SOU POEIRA
SOU FILHA DESTE TORRÃO
SOU A RAÇÃO BRASILEIRA”


Estamos no ano de 1985 e ELAINE MACHADO nos brinda com este belo e
poderoso hino intitulado:


RAÇA BRASILEIRA

Gravado pela própria compositora, ELAINE MACHADO, o samba RAÇA
BRASILEIRA foi o carro-chefe do vinil de mesmo nome. O disco RAÇA
BRASILEIRA reúne, entre outros “novatos”, nomes como: Jovelina Pérola
Negra, Zeca Pagodinho, Pedrinho da Flor. Tem mais: RAÇA BRASILEIRA
(Elaine Machado) antecipa, em mais de 30 anos, a discussão
étnico-racial, na cena musical brasileira. Não bastasse isso, a
cantora e compositora ELAINE MACHADO pertence a aristocracia do samba.
Afinal, sua família, entre outras, é uma das fundadoras da Unidos da
Tijuca.


OBRA
Por esta razão, a obra da compositora e cantora ELAINE MACHADO desfila
uma diversidade de estilos de sambas. Esta “diversidade de raiz” é
fonte, referência e matriz para todas as gerações. O cantor e
compositor, Xande de Pilares, por exemplo, em parceria Gilson Benini e
Dinne da Vila a retribuíram com o samba:


DONA DA CASA / SOU EU
TÁ PENSANDO / O Quê?
PEGO NO BATENTE / DENTRO DO MEU LAR
NÃO FICO DE BOBEIRA / DE PERNAS PRO AR


A interpretação de Elaine Machado para o samba DONA DE CASA é poética,
vigorosa e, ao mesmo tempo, sensível. Não por acaso, há 35 anos, ela
ostenta o título de renovadora do samba.


Associação Cultural República do Samba/Mauro Viana
(21) 9-7474-2116


Canto Pra Xangô


MÁRCIA MOURA  CANTA PRÁ XANGÕ

Afilhada de Xangô da Mangueira, a partideira. Márcia Moura segue os passos do Mestre mangueirense. Ela já protagonizou Rodas de Partido-Alto com Arlindo, Xande de Pilares, Candeia, Claudiio Camunguelo, Almir Guineto e com o próprio  Mestre Xangô da MangueiraDaí,nasce o show




MÁRCIA MOURA CANTA PRA XANGÔ

 Ilustrado com imagens de Xangô da MangueiraTantinho da MangueiraAniceto do Império, Jovelina Pérola, Juninho Tymbau, Renatinho Partideiro Partideiro, Padeirinho, Claudio Camunguelo  (cenografia virtual)

show:  1 hora e 45 minutos passeia pelo  seguinte repertório:

CANTO PRÁ XANGÔ

1- MORO NA ROÇA (Xangô da Mangueira)

2- BRINCADEIRA TEM HORA (Xangô da Mangueira)

3) O VELHO BATUQUEIRO (Xangô da Mangueira)
:
4) PAU DA IBRAÚNA

5) QUEM NÃO TE CONHECE É QUE TE COMPRA

6) NO TEMPO DOS MIL RÉIS

7) QUANDO EU VIM DE MINAS

8) VIOLA DE PINHO

9) CAROLINA MEU BEM

10)  A GENTE COM BRIGA NÃO CHEGA LÁ


SEGUNDO SET:

RODA DE PARTIDO-ALTO

ZÉ TAMBOZEIRO  - Candeia

FEIRINHA DA PAVUNA - Jovelina Pérola Negra



MÁRCIA MOURA, PARTIDEIRA



ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES
2020 - Samba Brilha



2016 - Samba de Crioula - Espaço Columbia - Vila Valqueire

2016 - Festival Carioca de Partido-Alto

2015 - Feira Musical da Pedra do Sal

2014 - Centro Cultural Carioca

2013 - Sal do Samba - Pedra do Sal

2012 - República do Samba - CCM Laurinda Santos Lobo

2011- Márcia Moura canta Xangô da Mangueira

2010 - Casa de Show - Brasília

2009 - Centro Cultural Cartola


REPERTÓRIO

CANTO PRA XANGÔ



1- MORO NA ROÇA (Xangô da Mangueira)

2- BRINCADEIRA TEM HORA (Xangô da Mangueira)

3) O VELHO BATUQUEIRO (Xangô da Mangueira)
:
4) PAU DA IBRAÚNA

5) QUEM NÃO TE CONHECE É QUE TE COMPRA

6) NO TEMPO DOS MIL REÍS

7) QUANDO EU VIM DE MINAS

8) VIOLA DE PINHO

9) CAROLINA MEU BEM

10)  A GENTE COM BRIGA NÃO CHEGA LÁ


SEGUNDO SET:
RODA DE PARTIDO ALTO
Zé Tambozeiro - Candeia

Feirinha da Pavuna - Jovelina Pérola Negra

POT-POURRI DE PARTIDEIROS HISTÓRICOS


FORMAÇÃO MUSICAL

Voz Principal

Coral

Percussão Geral

Surdo

Tantã de Anel

Pandeiro

Cavaco

Banjo

Violão 6 cordas

Violão 7 cordas


RIDER DE PALCO

Lado Direito: 1) Percussão-coral 2) surdo-voz 3) Tantan e Repique de anel-avoz

centro: 9) PRINCIPAL MÁRCIA MOURA

Lado esquerdo: 4) pandeiro-voz 5) cavaco-voz 6) banjo-voz 7) violão 6
cordas 8) viooão 7 cordas-voz


Direção: Mauro Viana




2009:Doutores do Samba

GALERIA  REPUBLICA DO SAMBA, 17/09/2009



FAMILIA ZÉ KETI, FAMÍLIA CARLOS CACHAÇA, FAMILIA BUCY MOREIRA, COMPOSITORES DO BURACO DO GALO, TREM DA HARMONIA, PROFESSOR ZECA LIGIERO, PROFESSORA JUREMA JOSE,  PROFESSORA  NILCEMAR NOGUEIRA, PROFESSORA MARÍLIA T. BARBOZA, HAROLDO COSTA, RICARDO CRAVO ALBIN, NEGÃO DA ABOLICÃO, SILAS DE OLIVEILARA JR, FAMILIA DA TIA EULÁLIA DO IMPÉRIO SERRANO,  NEI LOPES, ALDIR BLANC,  MOACYR LUZ, HIRAM ARAÚJO, LUIZ CARLOS MAGALHÃES...

República do Samba, 21 anos: audiovisual, jornalismo e música


Festa de Lançamento
15 de dezembro de 2020 - de 12 às 20 horas
produção e apresentação:
 jornalista Mauro Viana 

REPÚBLICA DO SAMBA, 21 ANOS!
Há 21 anos, o projeto República do Samba opera como multiplataforma da
cultura do samba. E  como multiplataforma se utiliza de várias
linguagens e diversas áreas do conhecimento.
Por esta razão, o projeto República do Samba, 21 anos: audiovisual,
jornalismo e música, no dia 15 de dezembro de 2020, abrirá com a
Oficina República Literária do Samba  (cuja  estrutura pedagógica
lança mão de música e esquete teatral), na sequência teremos palestra
do jornalista Mauro Viana sobre as ações sócio-culturais da Associação
Cultural República do Samba no Estado do Rio de Janeiro.
 Entre estas ações, constam: 

 SAL DO SAMBA, anos 2000 ou Século XXI: A retomada
da Pedra do Sal 
 
Baluartes de Turiaçu: Os artistas do Samba
recuperam o prestígio do bairro de Turiaçu em 2006. 

Varandão da Tia Rosa nas Comunidades de Nova Iguaçu
  
Trem da Harmonia Destino Baixada: O samba, o elo de ligação entre as 13 cidades da
 Baixada Fluminense

 República do Samba - Inflexão Negro-Feminina.



O repertório da Roda de Samba terá todxs xs compositorxs da galeria do
República do Samba, 21 anos: Walter Alfaiate  (Sacode Carola), Claudio
Camunguelo (Fingi Que Morri), Darcy da Mangueira  (Mundo Encantado de
Monteiro Lobato), Seu Xangó da Mangueira  (Moro na Roça), Valdir 59,
Seu Argemiro, Seu Jair do Cavaquiho,  Zé Kety (Portela). A idéia é
reproduzir o clima de poesia e festa do clássico PAGODE DA TIA DOCA,
(Madureira, anos 80). Tia Doca, Beth Carvalho, entre outras, também
fazem parte da galeria do República do Samba, 21 anos. Em tempo: toda
história, trajetória e memória do República do Samba, 21 anos sairão
em livro. O lançamento do  livro República do Samba, 21 anos, está
previsto para o dia 2 de dezembro de 2021.

Obrigado,
Mauro Viana / jornalista/coordenador 


Ao Mestre Xangô da Mangueira, a Camélia da Liberdade 
(Mauro Viana)

Prezado Xangô,

O prêmio CAMÉLIA DA LIBERDADE que oxigena, há 3 anos, a política cultural do Rio de Janeiro, fez um link histórico com o abolicionista José do Patrocínio. É que na terça-feira, 9 de abril, o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas cujos timoneiros são Maitê Ferreira da Silva e Ivanir dos Santos, revestiu o centenário Teatro João Caetano de nossas cores e dores, através das artes integradas à educação, à militância, e às ações trabalhistas de empresas afirmativas.
Tudo isso, amarrado, costurado e mixado pelo talento da atriz e coreógrafa Carmen Luz.

Aplausos!!!!!

O carinho de nossa comunidade fez jorrar merecidamente uma cachoeira de “Positives Vibrations” sobre a Dama do Teatro, RUTH DE SOUZA.

Aplausos de pé!!!!

Jorge de Sá, filho da ex-psicóloga e atual cantora Sandra de Sá (ex-militante da TV OLHO de Duque de Caxias, a primeira TV Comunitária do Brasil), quebrou a liturgia do cargo ou, na linguagem teatral, colocou belos “cacos” para reforçar as reverências a nossa Palma de Ouro, em Cannes, nos anos 60: “Dona Ruth de Souza, uma referência! Quanta honra!”

Entendeu, agora, o link com José do Patrocínio?

Sim? Não? Pelo sim, pelo não, os apresentadores mexeram com nossos corações ao convidar ninguém menos do que a bailarina clássica MERCEDES BATISTA. Cadeira de rodas em movimento, eis que La Batista se comove ao encontrar a velha amiga:
-Rutinha! A Ruth está aqui!. Ruth minha amiga de infância! Você se lembra dos nossos passeios? Lembra-se dos nossos deliciosos sonhos? Deliciosos e enormes sonhos quando éramos crianças?
Ruth de Souza, iluminada, sorria, intercambiando luz com Mercedes Batista com total cumplicidade de um lotado João Caetano

Obrigado Carmen Luz!!!!

Arrebatados, os convidados para ceia da Camélia da Liberdade tiveram um baque atrás do outro. Afinal, depois das aulas de sabedoria Mercedes Batista, via telão, sucecedeu-se um desfile de valores religiosos (Mãe Mabeji, Ogã Bangbala), sociais (Maria Inês da Silva Barbosa – Programa Gênero e Raça das Nações Unidas), literários (CONCEIÇÃO EVARISTO), pedagógicos (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS, UNIVERSIDADE DO ESTADO DE GOIÁS, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS) e empresariais (PRÊMIO INCENTIVO ESSO).

O Professor Ivanir dos Santos, porém, abrira os trabalhos historicizando a trajetória político-cultural do Ceap. Como a lista é enorme, vamos ficar com os atuais: O RAPPA, CIDADE NEGRA, MV BILL, AFRO-REGGAE. O Ceap não foi incubadora só para estes artistas, a casa também serviu de berçário, ninho e creche para várias organizações não governamentais, geradas no Centro de Articulações de Populações Marginalizadas.

Show de coerência!

Na seqüência surgem, os bailarinos-voadores da Cia. Étnica de Teatro e Dança. Carmen Luz, durante os ensaios, inflava a auto-estima dos meninos e meninas:

-Quase não ensaiamos. Somos a Cia. Ética, não somos bagunça. Vamos fazer nosso melhor. Vamos nos doar e nos entregar na apresentação desta noite. Os bailarinos seguiram, à risca, as recomendações da diretora.

Resultado: uma chuva de APLAUSOS!

Na cola, pano rápido: roadies em ação, walk-talk, comunicação e UAU!!!! Lá vem. BNEGÃO rasgando, riscando e grafitando o desenho hipnótico do iluminador Djalma Amaral.
Ex-Farofa Carioca, BNEGÃO descarregou uma sonoridade futurista, processada a partir da mais autêntica e tradicional black-music. Que Farofa, que nada! O nome dele é sincretismo, miscigenação, mestiçagem, brasilidade... O nome dele é

AFRICAN- DIAPORIC WORLD MUSIC!

A adrelanina mexeu com a pressão dos músicos e das atrações seguintes. A prova foram os instrumentistas de BNEGÃO . A galeraeem ininterrupto  sacolejar, ao som da pesada percussão do Congo,  do Grupo Parafolclórico (o que é isso?) Mirim da Ilha. A bateção de cabeças coroou o peso do Congo do Espírito Santo.

Já o rufar dos tambores capixabas, por sua vez, invadiu o camarim de Leci Brandão... Milagrosamente, o Congo despachou a indisposição física da compositora mangueirense.
E aí, irmão, foi aquilo: “É SOM DE PRETO. É SOM DE FAVELADO. MAS QUANDO TOCA NINGUÉM FICA PARADO”.

Seu Xangô da Mangueira,
Sei que seu apelido não tem origem nos terreiros de Candomblé. Sei também que o senhor é Compositor, Cantor, Jongueiro, Calangueiro, Improvisador,  Versador, Mestre do Partido-Alto. Sei que o senhor nasceu,  no Estácio, em 19 de janeiro de 1923. Desfilou pela Escola de Samba Unidos de Rocha Miranda, em 1935 e passou pela Portela.
Mas se firmou na Mangueira, que foi 7 vezes campeã do carnaval carioca, sob sua direção. Na década de 1960, foi muito solicitado a participar de shows em teatros no Rio de Janeiro. Por essa época performou, diversas vezes, de Rodas de Samba no Teatro Opinião. No ano de 1968, foi um dos fundadores do Conselho Superior de Escolas de Samba.

Sabemos também que o senhor escreveu, entre outras pérolas, Carolina, meu bem • Divergência (c/ Zagaia e Quincas do Cavaco) • Formiguinha pequenina • Isso não são horas (c/ Catoni e Chiquinho) • Lá vem ela • Moro na roça (c/ Zagaia) • No tempo dos mil-réis (c/ Sidney da Conceição) • O namoro de Maria (c/ Aniceto do Império) (www.dicionariompb.com.br).

Daí, nossa Leci Brandão homenageia Cartola, Paulinho da Viola, Silas de Oliveira e o Ceap confecciona um tapete de CAMÉLIAS DA LIBERDADE para o Mestre Xangô.

APLAUSOS para Leci, para o Ceap, para Maitê, para Ivanir, para Carmen , para os Professores Eduardo Silva, Helena Theodoro, Vanda Ferreira, Eliane Borges, Zulu Araújo, Carlos Guimarães, Rosilene Torquato, Antonio Pompêo, Israel Evangelista e para a Comunidade Negra, que encheu de orgulho nossos Mestres OLIVÉRIO FERREIRA e JOSÉ DO PATROCÍNIO...

Mauro Viana
jornalista
(21) 9-7474-2116